segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

há tempos não posto nada neste blog,coisa que que não faz a mínima diferença pois nínguém o lê mesmo.me sinto cada vez mais vazio,na verdade cheio de coisas por fora pretendo criar um blog só com links de blogs e sites interessantes que encontrei ou,talvez, ou despeje links a torto e a direita neste mesmo e aposente meu lado fenomenal: aqui a palavara no sentido de fenômeno,aquilo que se mostra,heiddeger,blá,blá,blá.
o fato é que nos último tempos conheci muita gente interessante: um cara viciado em cinema,um jornalista viciado em metale fã de the cure,uma garota outra garota e mais uma também,uma outra garota punk,

sábado, 13 de outubro de 2007

Diálogo hipotético entre Nietzsche e Nelson Rubens


Tema: O paparrazzi na Hiper Modernidade

Nietzsche:o papparrazzi é o que há de mais medíocre,desprovido de subtileza.Mas não é em si mesmo o exemplo mor de plena consciência,essa fluência de mediocridade consegue separá-lo de um ser ainda mais medíocre:o ser que além de medíocre possui miopia diante do espelho.
Nelson- ok, ok, me parece que o filosofo em questão e metido a doutor.
Nietzsche- Esse fantoche que me questiona usando um idioma bárbaro é o exemplo típico da grande massa que povoa a América latina que, além de, uma moral cristã, carrega o peso de uma cultura erudita consolidada através de idéias que permearam os estudos sociológicos e antropológicos desse povo outrora tão aristocrático.
Nelson- Vamos deixarrrrrrrrrrrrr a matemática de lado, que eu quero perguntar e a galera quer saber:como você faz para ter um bigodão?

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

blá,blá,blá.........

Me sinto cada vez mais solitário,preciso começar a trabalhar logo caso contrário enlouquecerei,o ócio solitário é algo muito perigoso,precisamos realizar tarefas das mais inúteis possíveis, sempre movimentos repetitivos que não nos permitam raciocinar direito e nos desvie de nós mesmo,mergulhamos no mecanicismo do mundo de forma imponderável e transformamos o meio em um fim:ganhar o pão tornou-se mais importante que comê-lo,disse certa vez Henry Miller.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

joyce,james joyce

É no mínimo gigantesca a minha expectativa em relação a futura leitura de Ulisses do grande Joyce.me parece que essa leitura será um marco na minha existência,a coisa mais transgressora a que terei acesso. Joyce me parece,e é a todo o mundo literário,um mito um deus a quem a literatura deve tudo e até um pouco mais.
O que mais me fascina em Joyce é a forma como todo escritor que se preze paga um pau pra ele.
haverá um Diego a.j e outro d.j.antes de Joyce e depois de Joyce.
Sou profético em dizer a leitura que Ulisses será uma iluminação pra mim,no sentido religioso.serei como aqueles religiosos dizendo “encontrei Jesus”eu caminharei pela rua dizendo encontrei Joyce ele mudou a minha vida me tirou do mal caminho.imagino-me caminhando pela rua com Ulisses debaixo do braço(como aqueles crentes que carregam uma bíblia)batendo de porta em porta levando a palavra.
Durante a leitura de Joyce caminharei pela rua e abordando o mais maltrapilho dos mendigos perguntarei:lês o quê?
E pobre mendigo como quem faz uma pergunta responderá:
Nada?
Então eu responderei a sua pergunta:
"Pois eu estou lendo Joyce ,James Joyce"com a voz levemente pausada e com a mesmas cadência com que sean connery diz bond, James bond"

domingo, 9 de setembro de 2007

grandes merda

Talvez esse texto seja o que de mais difícil pôde ser tentado a bem da metafísica e talvez também a palavra merda seja um vestigio para descobrirmos que a metafísica rescussitou,
E talvez,não menos talvez nem menos importante,a denominação “de merda” perca completamente seu caráter pejorativo.Mas deixemos as pretensões de lado e vamos ao que interessa:vamos a merda.
Acredito ter encontrado a coisa em si,o que a de mais universal,a idéia merda e suas reflexões e o comportamento do ser humano diante dela.
Dias atrás,durante a confecção de um poema,poema este que terminava com a palavra merda,percebi a capacidade de destruição em massa que essa palavra tem.
Sei perfeitamente que pensar sobre conceitos é uma coisa mais cabível a filósofos do que a literatos em geral, mas a capacidade de lirismo nulo da palavra merda deixou-me profundamente abalado:encontrava eu,agora,o ingrediente mágico para a receita poética de minha geração,um símbolo para o niilismo, o melhor signo para se aplicar realidade a qualquer obra literária.O conceito merda talvez seja o mais desagradável e o mais universal conceito dos dias atuais.Ele é uma espécie de filho do qual todos temos vergonha,algo que não podemos negar:escondemos e disfarçamos. É como o clichê da novela onde o homem de sociedade ama a prostituta e precisa escondê-la.
A palavra,merda,em um poema não atua de forma cruel ela é muito mais que isso ,pois atua com indiferença em relação á poética e ao lirismo,é uma injeção de realidade.Não destrói o poema,faz mais que isso,dilacera qualquer coisa anti-realidade(o sonho ,a fantasia..,)e ela não faz isso como uma assassino a sangue frio que mata e carrega a morte consigo perpetuamente:ela o faz como um general que ordena que soldados seus torturem prisioneiros,e os prisioneiros por sua vez suicidam-se.Mata,indireta,indiferente,impune,livre, não destruindo a ficção e sim superando-a.Um assassinato terceirizado.
É preciso destacar que a palavra merda sempre me pareceu desprovida de significado,isso se deve, sem dúvida alguma, ao fato de tê-la incorporado ao meu vocabulário antes mesmo de saber seu significado.A palavra me serviu única e exclusivamente para ofender coisas ou pessoas.
A merda talvez seja o que há de mais capaz de desmistificar pessoas, os grandes personagens da história e da literatura não cagam,os ícones da cultura pop também não.
Espero que o texto não tenha ficado uma merda!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007


há um projeto muito interessante que disponibiliza livros de ficção inspirados em discos dos mais variados estilos de beatles a madonna.os livros são feitos exclusivamente para o site, possui nomes de peso com o ex-vj da mtv gastão moreira e a excelente escritora paulista andrea del fuego.http://www.mojobooks.com.br/

o último que li foi um livro baseado em um disco do lou reed